26 de out. de 2011

PRIMEIRO CAPITULO

Megan Haitter

O inicio

- O Sonho -

 Estava escuro e chovendo, as gotas caiam fazendo um barulho alto, os raios iluminavam com um flash o quarto de Megan, elas estava de cabelos solto, uma coisa rara para ela.

 O homem que ela sempre virá em seus sonho e em seus pesadelos, mesmo sem saber quem era estava parado olhando para ela.

  - Fiquei toda minha vida esperando por uma garota por qual um dia me apaixonaria, e trezentos anos depois eu te conheço, Megan, demorei tanto tempo para te encontrar e nunca mais quero ficar sem você e agora quero ficar com você para sempre! Você me tornou o mais perto que eu poderia chegar de ser humano – disse ele.

 Megan não respondeu, só se levantou e o beijou.

  Ela ouviu um barulho que a fez levantar com um pulo, era seu celular tocar. Aquilo era mais um dos estranhas sonhos com um homem que ela nunca vira na vida.

 Megan atendeu o telefone, era a sua mãe Jess.

  -Megan meu amor, hoje eu trabalhar até mais tarde, ouve um tiroteio em Skaltrey Boys, o bar de botoqueiros aqui da cidade... Eu sou a única medica de plantão, tudo bem para você?

  -Claro mãe! Eu já sou bem grandinha, eu tenho 17 anos lembra?

  -Claro meu amor! – a voz dela era de preocupação – qualquer coisa liga para mim, tá amor?

  -Claro mãe, eu ligo sim! – disse Megan se sentando no sofá – Ah, mãe a Adele disse que semana que vem ela vai acampar com os pais no topo da montanha, posso ir?

  -Hmmm, deixa eu ligar primeiro pro Sr. Claves e ai eu vejo.

  -Tá mãe, eu te amo! – resmungou Megan.

  -Eu também te amo bonequinha!

  -Mãe! Você sabe que eu odeio que me chame de bonequinha!

  -Ta, agora vou desligar, porque o meu chefe já ta de olho, e ainda tem três motoqueiros baleados aqui! Beijos.

  -Beijos!

 Megan desliga o telefone.

  -Megan... Venha para mim!  - disse um voz baixa, a voz que ela ouvia todas as noites des da morte de seu pai.

 Ela se levanta e anda pela sala escura e abre a cortina, e esta lá esta ele olhando para ela, o homem que ela sempre via.

 Ela da mais um pulo quando seu celular toca novamente. Ela corre até a porta a verifica se esta trancada e liga a luz. Pega o celular rosa que estava atirado no sofá.

  -Alô? – disse uma voz que ela conhacia muito bem, a sua melhor amiga Adele.

  -Oi Adele! – disse Megan indo até a cozinha e ligando a luz.

  -Megan, eu to te ligando para saber se você quer ir ao cinema comigo e o Embre?

 Embre era irmão mais novo de Kevin o seu outro melhor amigo. Embre tinha uma espece de paixão louca e doentia por Megan, mas ela não queria nada com ele, afinal, ele ainda era um pirralho com apenas 15 anos, e ela tinha 17, e além disso ela sabia que Adele gostava dele.

  -Com você e Embre?

   -Sim!

  -Vou ver... Eu tenho que ligar para minha mãe, ela ta trabalhando ainda! – Megan desliga e liga para mãe que deixa ela ir “Embre é um bom garoto’’, ela dizia sempre.

 Não muito tempo sua campainha toca. Era Adele, mas ela estava só.

  -Ora, cade o Embre? – perguntou Megan ao abrir a porta.

  -A mãe dele acabou de se machucar, Kevin acha que ela quebrou a perna! Embre foi com ela até o hospital! – comentou Adele entrando.

  -Tá iai, nós não vamos ou não? –peguntou Megan.

  -Sim.... Mas você já viu o gato que ta parado lá no outro da rua? – disse Adele dando pulinhos.

 Ambas olharam pela janela. E era ele o homem que ela sempre vira em seus sonhos.

   -Vamos Adele!

 O filme era sobre um cachorro que se perdera do seu dono, e o filme inteiro ele procurava pelo dono. Depois de um tempo o finalmente o filme acabou e Megan e Adele sairam e forar comer em um fest fud e depois foram em direção ao estacionamento  onde estava o carro de Adele. Embra não poude ir porque a mãe dele não deixara.

  Quando já estava ficando tarde Megan pediu para Adele levar ela até a sua casa.

 O estacionamento era escuro tinha varios postes de luz queimado, “ Maravilha, porque Adele estacionou tão longe em?” pensava Megan andando ao lado da amiga até o gol verde de adele. Estava  tudo muito quieto.

 “ Ei, cara olha as minas ali?”ouviu-se não muito longe dali.

Megan olha para trás e havia dois homens se aproximando.

 -Oi gatinhas! – disse o menorzinho, mas do mesmo jeito maior do que elas. Ele tinha uma tatuagem de uma cruz no braço e outras coisas escritas, sem sentindo algum.

 O outro era maoir e moreno, tinha os dois braços totalmente cobertos de tatugens, era incrivelmente grande e musculoso.

 -O que vocês querem? – perguntou Adele.

 -Ah, só conversar... O que a gatinha acha? – disse o maior olhando para Megan.

 -só que a gatinha aqui não quer falar com esse palhaços ai! – disse Megan olhando com desdem para os dois – então porque os dois não rastejam de volta para o buraco que os idiotas sairam?

 -Hummm a gatinha é brava é? – falou o menor.

 -Ai Megan! – resmungou adele.

 O maior se aproximou de  Adele e tentou puxar a bolsa dela. Mas a garota se agarrou com tudo na bolsa.

 -Minha bolsa custou uma fotuna! – disse ela brava.

 Mas o homem era muito forte, na verdade mais do que Adele, mas não do que Megan.

 -Deixa a minha amiga seu seco, vai criar musculo, esqueleto! – resmungou ela dando um tapão no homem menor.

 Foi então que o maoir colocou a mão dentro do casaco.

 - Quer tomar uma zeitona na testa, garota louca? – disse ele simulando uma arma embaixo do casado. Mas para Megan não colou, ela viu muito bem que ele não tinha arma alguma, era apenas o dedo dele.

 -Eu sei que vão não tem arma ai,não. Idiota, nem isso sabe fazer! – disse ela.

 Megan não era muito de falar, mas guando sempre começa a desatar a falar na hora errada, então quando ela estava irritada.

 -ai Megan, para você está ficando louca? – cuchichou a loira no ouvido de Megan – eles são perigosos!

 Adele se distraiu com Megan e o menor consegui tirar a bolça dela. Ele  abriu e pegou uma carteira rosa com flores pretas, que pertencia a Megan.

 Então os dois deram um passo para trás. Adele esta com tanto medo que não consegui nem se mechar, e Megan estava confiante. Nenhuma das dua gritou e nem sairam correndo e isso intrigava o maior que olha para a linda e confiante que estava à sua frente.

 O menor pegou a indentidade de Megan, e analizou lentamente, e depois começou a rir e dar pulinhos.

 -Ei, Ei cara, veja o nome dessa ai! – disse ele apontando pra me Megan.

 -Ou essa ai é o iscambau! – disse ela dando uns passos para frente, mas o maoir a empurrou.

 -Diz ai meu.

 -Megan Sue Spranoff Haitter! Haitter isso não te lembra ninguém? – perguntou o menor.

 Megan era capaz de apostar que estavam falando de seu pai Arthur, um ótimo policial que morreu num acidente de carro que provocaram, segundo os psiquiatras, as alucianações.

 -Claro o policial Haitter, soube que a alguns anos o carro dele capotou e pegou fogo, e ele virou torrada do capeta!

 -Não fala assim do meu pai! – disse Megan em voz baixa.

 -Por que? A gatinha vai fazer o que, posso saber? – perguntou o maior se aproximado de Megan.

 Adele nesse momento começou a gritar que nem uma louca. O menor segurou ela por trás e colocou a mão na boca dela.

 O maoir empurrou Megan contra um poste, que havia atrás dela. Que era o único que estava ligada em todo o escuro estacionamento.

  -Ei cara,o que você acha de nós pearmos o que temos que de pegar e deixar essa gorducha ir embora! – disse o maoir olhando para Adele – e ficarmos com essa tigueresa?

 O menor começou a rir.

  -Boa! – disse o menor atirando Adele com força no chão.

  Adele caiu no chão deitada, e ali ela ficou encolhida de medo.

 -Sai seu nojento, o que você fez com minha amiga?- gritava Megan batendo fortemente no peito do homem menor que a empurrou e lhe deu um tapa.

 -Você tem coragem de bater numa dama? – disse uma voz misteriosa da parte mais escura do estacionamento.

 Na mesma hora Megan reconheceu a voz, era o homem que ela via em seus sonhos, mas como podera ser verdade? Ele não era real, era? Será que tudo o que o Dr.Lewis, seu psiquiatra dizia sobre suas “alucinações” er besteira e ela realmente via o que via?

 Os homes se viraram para a direção da onde via a voz, e Adele aproveito pra sair correndo sem fazer nenhum ruido.

 “Bela amiga”, pensou Megan ao ver Adele se afastando e desaparecendo na escuridão.

 Um dos homens, o maior deles, se afastou um pouco, indo em direção a voz, e saindo de vista.

  -Ei que é você? O que voc....ahh – gritou ele.

 Um ruido horrivel, de ossos sendo quebrados e depois... silencio. O menor recuou um pouco chegando mais perto de Megan e largando a carteira dela no chão.

  -Quem está ai? – perguntou o menor – Trevor?

 Mas nada foi respondido.

  -Vai lá quer o que aconteceu com o Trevor, vamo patricinha! – disse o homem empurrando ela para escuridão.

 Megan abraçou-se colocando os braços diante ao corpo e deu alguns passos a frente.

  -Viu alguma coisa patricinha? – perguntou ele.

 Ela deu alguns passos mais pra frente e abriu a boca para poder dizer algo bem mal criado para aquele homem, mas parou, outra coisa chamou sua atenção, ela pisou em uma poça. Mas não chovia a dias. Então ela olha para o chão e ela estava parada em uma poça enorme de sangue.

 Megan deu varios passos para trás assustada. E olhou para trás e voltar para a luz, ao se virar um vulto negro passou em sua frente e com um baque abafado o homem menor vuou como se alguem tivesse puxado para a escuriadão. Megan correu até a luz, mas não havia ninguém lá, ela olha para o chão e ela estão a chave do carro e a bolsa de Adele, mais sua carteira. Ela se abaixou e pegou os pertenses e saiu correndo em direção a saida do estacionamento.

 Ela correu de volta ao shopping, ela entou e ficou lá parada.

  -Moça, você está bem? – perguntou um homem.

  -Sim, eu estou! – respondeu ela.

 Se ela contasse ninguém acreditaria.

 Ela se acalmou um pouco e saiu. Já era 21:44 , ela tinha que ir pra casa.

 Uma quadra de distancia a voz a chama, a voz de seus sonhos, que fizera aqueles homens sumirem. Mas não era da mesma forma, sua voz era doce como a do seu sonho, e não agreciva como no estaconamento.

  -Megan? Megan Haitter? – chamou novamente.

 Ela parou sem olhar para trás, respirou fundo e se virou e o viu. Sim! Era o homem que sempre estivera em seus sonhos, mas ele era real.

 -Você está bem, Megan? – perguntou ele dando alguns passos em sua direção.

  Ela recuou alguns passos,ficando no meio da rua.

 Uma carro veio em sua direção e businou, para ela sair da frente, que a fez ter que chegar mais perto dele. Megan ficou o encarando sem falar nada. Ele também a olhava.

 Depois ele desviou o olhar, e ficsou seu olhar no carro que quase atropela-la.

 Ele eragueu uma sombraselha.

 -Se você ficar no meio da rua,e se meter em estacionamentos escuros com assassinos pirigosos vai acabar morrendo.

 “Hem?” pensou ela “como ele sabia” depois veio a sua cabeça, “claro! Era ele que estava no estacionamento!”

 Ela não respondeu nada. Só ficou encarando ele parada na beira da causada.

 -Ta! Você vai ficar parada no meio da rua que nem uma idiota! Ou vem comigo? – perguntou ele dando alguns passos para trás para ela poder saubir na calçada, mas manter a mesma distancia que eles estavam naquele momento.

 - I-ir com você para onde? – perguntou ela.

 -Para sua casa, néh? Onde mais seria? – perguntou ele calmamente dando as costas para ela.

 -E me diz: Porque eu iria com você? – perguntou ea colocando as mãos na cintura.

 -Olha já são 22:30, a rua cada vez fica mais perigosa. E eles estão por ai esperando uma menina bonita e fragil como você aparecer para eles conseguirem... –ele não terminou a frase.

 -Eles quem?- perguntou Megan se aproximando.

 -Megan, você sabe... procure em seus sonhos! – disse ele, seu tom de voz fez Megan se arrepiar. – Bom, agora vamos, vou te levar até a sua casa.

 Megan não sabia porque, e nem como, mas ela sabia que podia confiar nele.

 Ele deu as costas para ela e voltou em direção ao estacionamento que ficava do outro da rua, em frente ao shopping.

 Megan o segui. Ao chegar perto do carro, ela não pode ver nada, nenhum dos dois homens e nem a poça de sangue.

  -Megan? – falou ele.

 O coração de Megan desparou ela já estava bem assustada, e a voz dele fazia seu coração desparar mais ainda.

 -Sim?

 -Hmmm, você sabe dirigir? – perguntou ele.

 -Sei!

 -Otimo, você dirigi! – disse ele.

 Ele se virou para o carro e as portas abrirarm do nada e ele entrou no banco do passageiro.

 Ela não mexeu nem um musculo e ficou parada olhando para o carro incredula.

  -Oque? –perguntou ele – você vai ficar ai parada que nem uma idiota?

 Megan fez uma careta e entrou no carro.

 No meio do caminho passou por sua cabeça varios pensamenro. “o que ele queria dizer com...procure em seus sonhos?” mas nada veio em resposta. Ela olhou para o lado e ele estava olhando atentamente pela janela. “mas que diabos você está fazendo,em?” , ela não conhecia aquele homem, e sem tinha certeza se ela poderia confiar nele.

 E aquele silencio encomodava Megan de mais.

 -Qual é seu nome? – perguntou ela olhando para ele.

 Ele pareceu surpreso pela pergunta.

 -Airon Guillbertdelaro! – disse ele rapidamente.

 -De onde você é? – perguntou ela.

 -Porque você quer saber? – perguntou ele olhando para ela.

 Seus olhos negros eram frios, mas ao mesmo tempo lindo, isso fez Megan se distrair.

 -Ahm?

 -Porque você quer saber? – repetiu a pergunta.

 -Porque eu to afim de saber! – disse ela.

 -Pensilvania! – disse ele.

 -Porque você me ajudou lá no estacionamento? –perguntou ela.

 -Porque eu quiz!

 Então se fez silencio. Nenhum dos dois disse nada até chegarem em frente à casa de Megan.

 Os dois sairam do carro e ficaram pardos em frente de casa. Todas as luzes já estavam ligadas, isso significava que a mãe de Megan já chegara em casa.

  -Intão tchau! – disse ela.

 Ele não responde, só ficou a observando.

 -Obrigado! – disse ela – você não quer entra?

 Então fez mais silencio.

 -Hoje não! – disse ele depois de um tempo – talvez da proxima vez.

 Megan ascendiu e virouce para porta e a destrancou. Então veio à sua cabeça “proxima vez?”

 Então ela se virou.

 -Airon.... – mas ele não estava mais lá.

Ela sorriu e fechou a porta.



 A casa de Megan era bem clara – quando as luzes estavam ligadas – as paredes era amaralo clarinho, e os moveis brancos e amarelo.

 Ela ouviu um barulho na cozinha, e foi até la ver o que era.

 Era a mãe de Megan tentando aquecer um café no micro-ondas.

 -O que você está tentando fazer? – perguntou Megan sorrindo.

 -Megan! Querida onde você estava? – perguntou ela se aproximando de Magan e abraçando.

 -Ai mãe para! Eu estava em Viollete, no cinema! – explicou ela.

 -Ai querida, da proxima vez me avisa!

 -Ta mãe!



Depois do jantar Megan subiu as escadas e se dirigiu-se ao seu quarto.

Naquela noite Megan não teve nenhum pesadelo, como sempre tinha. Muito pelo contrario ela teve um belo sonho. Com aquele que salvara a vida nessa noite.

 Ela sabia que no proximo dia teria que explicar muita coisa.      



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Espero que tenha gostado!
 Nem sei quando posto mais