Megan Haitter
O inicio
- O Sonho -
Estava escuro e chovendo, as gotas caiam fazendo um barulho alto, os raios iluminavam com um flash o quarto de Megan, elas estava de cabelos solto, uma coisa rara para ela.
O homem que ela sempre virá em seus sonho e em seus pesadelos, mesmo sem saber quem era estava parado olhando para ela.
- Fiquei toda minha vida esperando por uma garota por qual um dia me apaixonaria, e trezentos anos depois eu te conheço, Megan, demorei tanto tempo para te encontrar e nunca mais quero ficar sem você e agora quero ficar com você para sempre! Você me tornou o mais perto que eu poderia chegar de ser humano – disse ele.
Megan não respondeu, só se levantou e o beijou.
Ela ouviu um barulho que a fez levantar com um pulo, era seu celular tocar. Aquilo era mais um dos estranhas sonhos com um homem que ela nunca vira na vida.
Megan atendeu o telefone, era a sua mãe Jess.
-Megan meu amor, hoje eu trabalhar até mais tarde, ouve um tiroteio em Skaltrey Boys, o bar de botoqueiros aqui da cidade... Eu sou a única medica de plantão, tudo bem para você?
-Claro mãe! Eu já sou bem grandinha, eu tenho 17 anos lembra?
-Claro meu amor! – a voz dela era de preocupação – qualquer coisa liga para mim, tá amor?
-Claro mãe, eu ligo sim! – disse Megan se sentando no sofá – Ah, mãe a Adele disse que semana que vem ela vai acampar com os pais no topo da montanha, posso ir?
-Hmmm, deixa eu ligar primeiro pro Sr. Claves e ai eu vejo.
-Tá mãe, eu te amo! – resmungou Megan.
-Eu também te amo bonequinha!
-Mãe! Você sabe que eu odeio que me chame de bonequinha!
-Ta, agora vou desligar, porque o meu chefe já ta de olho, e ainda tem três motoqueiros baleados aqui! Beijos.
-Beijos!
Megan desliga o telefone.
-Megan... Venha para mim! - disse um voz baixa, a voz que ela ouvia todas as noites des da morte de seu pai.
Ela se levanta e anda pela sala escura e abre a cortina, e esta lá esta ele olhando para ela, o homem que ela sempre via.
Ela da mais um pulo quando seu celular toca novamente. Ela corre até a porta a verifica se esta trancada e liga a luz. Pega o celular rosa que estava atirado no sofá.
-Alô? – disse uma voz que ela conhacia muito bem, a sua melhor amiga Adele.
-Oi Adele! – disse Megan indo até a cozinha e ligando a luz.
-Megan, eu to te ligando para saber se você quer ir ao cinema comigo e o Embre?
Embre era irmão mais novo de Kevin o seu outro melhor amigo. Embre tinha uma espece de paixão louca e doentia por Megan, mas ela não queria nada com ele, afinal, ele ainda era um pirralho com apenas 15 anos, e ela tinha 17, e além disso ela sabia que Adele gostava dele.
-Com você e Embre?
-Sim!
-Vou ver... Eu tenho que ligar para minha mãe, ela ta trabalhando ainda! – Megan desliga e liga para mãe que deixa ela ir “Embre é um bom garoto’’, ela dizia sempre.
Não muito tempo sua campainha toca. Era Adele, mas ela estava só.
-Ora, cade o Embre? – perguntou Megan ao abrir a porta.
-A mãe dele acabou de se machucar, Kevin acha que ela quebrou a perna! Embre foi com ela até o hospital! – comentou Adele entrando.
-Tá iai, nós não vamos ou não? –peguntou Megan.
-Sim.... Mas você já viu o gato que ta parado lá no outro da rua? – disse Adele dando pulinhos.
Ambas olharam pela janela. E era ele o homem que ela sempre vira em seus sonhos.
-Vamos Adele!
O filme era sobre um cachorro que se perdera do seu dono, e o filme inteiro ele procurava pelo dono. Depois de um tempo o finalmente o filme acabou e Megan e Adele sairam e forar comer em um fest fud e depois foram em direção ao estacionamento onde estava o carro de Adele. Embra não poude ir porque a mãe dele não deixara.
Quando já estava ficando tarde Megan pediu para Adele levar ela até a sua casa.
O estacionamento era escuro tinha varios postes de luz queimado, “ Maravilha, porque Adele estacionou tão longe em?” pensava Megan andando ao lado da amiga até o gol verde de adele. Estava tudo muito quieto.
“ Ei, cara olha as minas ali?”ouviu-se não muito longe dali.
Megan olha para trás e havia dois homens se aproximando.
-Oi gatinhas! – disse o menorzinho, mas do mesmo jeito maior do que elas. Ele tinha uma tatuagem de uma cruz no braço e outras coisas escritas, sem sentindo algum.
O outro era maoir e moreno, tinha os dois braços totalmente cobertos de tatugens, era incrivelmente grande e musculoso.
-O que vocês querem? – perguntou Adele.
-Ah, só conversar... O que a gatinha acha? – disse o maior olhando para Megan.
-só que a gatinha aqui não quer falar com esse palhaços ai! – disse Megan olhando com desdem para os dois – então porque os dois não rastejam de volta para o buraco que os idiotas sairam?
-Hummm a gatinha é brava é? – falou o menor.
-Ai Megan! – resmungou adele.
O maior se aproximou de Adele e tentou puxar a bolsa dela. Mas a garota se agarrou com tudo na bolsa.
-Minha bolsa custou uma fotuna! – disse ela brava.
Mas o homem era muito forte, na verdade mais do que Adele, mas não do que Megan.
-Deixa a minha amiga seu seco, vai criar musculo, esqueleto! – resmungou ela dando um tapão no homem menor.
Foi então que o maoir colocou a mão dentro do casaco.
- Quer tomar uma zeitona na testa, garota louca? – disse ele simulando uma arma embaixo do casado. Mas para Megan não colou, ela viu muito bem que ele não tinha arma alguma, era apenas o dedo dele.
-Eu sei que vão não tem arma ai,não. Idiota, nem isso sabe fazer! – disse ela.
Megan não era muito de falar, mas guando sempre começa a desatar a falar na hora errada, então quando ela estava irritada.
-ai Megan, para você está ficando louca? – cuchichou a loira no ouvido de Megan – eles são perigosos!
Adele se distraiu com Megan e o menor consegui tirar a bolça dela. Ele abriu e pegou uma carteira rosa com flores pretas, que pertencia a Megan.
Então os dois deram um passo para trás. Adele esta com tanto medo que não consegui nem se mechar, e Megan estava confiante. Nenhuma das dua gritou e nem sairam correndo e isso intrigava o maior que olha para a linda e confiante que estava à sua frente.
O menor pegou a indentidade de Megan, e analizou lentamente, e depois começou a rir e dar pulinhos.
-Ei, Ei cara, veja o nome dessa ai! – disse ele apontando pra me Megan.
-Ou essa ai é o iscambau! – disse ela dando uns passos para frente, mas o maoir a empurrou.
-Diz ai meu.
-Megan Sue Spranoff Haitter! Haitter isso não te lembra ninguém? – perguntou o menor.
Megan era capaz de apostar que estavam falando de seu pai Arthur, um ótimo policial que morreu num acidente de carro que provocaram, segundo os psiquiatras, as alucianações.
-Claro o policial Haitter, soube que a alguns anos o carro dele capotou e pegou fogo, e ele virou torrada do capeta!
-Não fala assim do meu pai! – disse Megan em voz baixa.
-Por que? A gatinha vai fazer o que, posso saber? – perguntou o maior se aproximado de Megan.
Adele nesse momento começou a gritar que nem uma louca. O menor segurou ela por trás e colocou a mão na boca dela.
O maoir empurrou Megan contra um poste, que havia atrás dela. Que era o único que estava ligada em todo o escuro estacionamento.
-Ei cara,o que você acha de nós pearmos o que temos que de pegar e deixar essa gorducha ir embora! – disse o maoir olhando para Adele – e ficarmos com essa tigueresa?
O menor começou a rir.
-Boa! – disse o menor atirando Adele com força no chão.
Adele caiu no chão deitada, e ali ela ficou encolhida de medo.
-Sai seu nojento, o que você fez com minha amiga?- gritava Megan batendo fortemente no peito do homem menor que a empurrou e lhe deu um tapa.
-Você tem coragem de bater numa dama? – disse uma voz misteriosa da parte mais escura do estacionamento.
Na mesma hora Megan reconheceu a voz, era o homem que ela via em seus sonhos, mas como podera ser verdade? Ele não era real, era? Será que tudo o que o Dr.Lewis, seu psiquiatra dizia sobre suas “alucinações” er besteira e ela realmente via o que via?
Os homes se viraram para a direção da onde via a voz, e Adele aproveito pra sair correndo sem fazer nenhum ruido.
“Bela amiga”, pensou Megan ao ver Adele se afastando e desaparecendo na escuridão.
Um dos homens, o maior deles, se afastou um pouco, indo em direção a voz, e saindo de vista.
-Ei que é você? O que voc....ahh – gritou ele.
Um ruido horrivel, de ossos sendo quebrados e depois... silencio. O menor recuou um pouco chegando mais perto de Megan e largando a carteira dela no chão.
-Quem está ai? – perguntou o menor – Trevor?
Mas nada foi respondido.
-Vai lá quer o que aconteceu com o Trevor, vamo patricinha! – disse o homem empurrando ela para escuridão.
Megan abraçou-se colocando os braços diante ao corpo e deu alguns passos a frente.
-Viu alguma coisa patricinha? – perguntou ele.
Ela deu alguns passos mais pra frente e abriu a boca para poder dizer algo bem mal criado para aquele homem, mas parou, outra coisa chamou sua atenção, ela pisou em uma poça. Mas não chovia a dias. Então ela olha para o chão e ela estava parada em uma poça enorme de sangue.
Megan deu varios passos para trás assustada. E olhou para trás e voltar para a luz, ao se virar um vulto negro passou em sua frente e com um baque abafado o homem menor vuou como se alguem tivesse puxado para a escuriadão. Megan correu até a luz, mas não havia ninguém lá, ela olha para o chão e ela estão a chave do carro e a bolsa de Adele, mais sua carteira. Ela se abaixou e pegou os pertenses e saiu correndo em direção a saida do estacionamento.
Ela correu de volta ao shopping, ela entou e ficou lá parada.
-Moça, você está bem? – perguntou um homem.
-Sim, eu estou! – respondeu ela.
Se ela contasse ninguém acreditaria.
Ela se acalmou um pouco e saiu. Já era 21:44 , ela tinha que ir pra casa.
Uma quadra de distancia a voz a chama, a voz de seus sonhos, que fizera aqueles homens sumirem. Mas não era da mesma forma, sua voz era doce como a do seu sonho, e não agreciva como no estaconamento.
-Megan? Megan Haitter? – chamou novamente.
Ela parou sem olhar para trás, respirou fundo e se virou e o viu. Sim! Era o homem que sempre estivera em seus sonhos, mas ele era real.
-Você está bem, Megan? – perguntou ele dando alguns passos em sua direção.
Ela recuou alguns passos,ficando no meio da rua.
Uma carro veio em sua direção e businou, para ela sair da frente, que a fez ter que chegar mais perto dele. Megan ficou o encarando sem falar nada. Ele também a olhava.
Depois ele desviou o olhar, e ficsou seu olhar no carro que quase atropela-la.
Ele eragueu uma sombraselha.
-Se você ficar no meio da rua,e se meter em estacionamentos escuros com assassinos pirigosos vai acabar morrendo.
“Hem?” pensou ela “como ele sabia” depois veio a sua cabeça, “claro! Era ele que estava no estacionamento!”
Ela não respondeu nada. Só ficou encarando ele parada na beira da causada.
-Ta! Você vai ficar parada no meio da rua que nem uma idiota! Ou vem comigo? – perguntou ele dando alguns passos para trás para ela poder saubir na calçada, mas manter a mesma distancia que eles estavam naquele momento.
- I-ir com você para onde? – perguntou ela.
-Para sua casa, néh? Onde mais seria? – perguntou ele calmamente dando as costas para ela.
-E me diz: Porque eu iria com você? – perguntou ea colocando as mãos na cintura.
-Olha já são 22:30, a rua cada vez fica mais perigosa. E eles estão por ai esperando uma menina bonita e fragil como você aparecer para eles conseguirem... –ele não terminou a frase.
-Eles quem?- perguntou Megan se aproximando.
-Megan, você sabe... procure em seus sonhos! – disse ele, seu tom de voz fez Megan se arrepiar. – Bom, agora vamos, vou te levar até a sua casa.
Megan não sabia porque, e nem como, mas ela sabia que podia confiar nele.
Ele deu as costas para ela e voltou em direção ao estacionamento que ficava do outro da rua, em frente ao shopping.
Megan o segui. Ao chegar perto do carro, ela não pode ver nada, nenhum dos dois homens e nem a poça de sangue.
-Megan? – falou ele.
O coração de Megan desparou ela já estava bem assustada, e a voz dele fazia seu coração desparar mais ainda.
-Sim?
-Hmmm, você sabe dirigir? – perguntou ele.
-Sei!
-Otimo, você dirigi! – disse ele.
Ele se virou para o carro e as portas abrirarm do nada e ele entrou no banco do passageiro.
Ela não mexeu nem um musculo e ficou parada olhando para o carro incredula.
-Oque? –perguntou ele – você vai ficar ai parada que nem uma idiota?
Megan fez uma careta e entrou no carro.
No meio do caminho passou por sua cabeça varios pensamenro. “o que ele queria dizer com...procure em seus sonhos?” mas nada veio em resposta. Ela olhou para o lado e ele estava olhando atentamente pela janela. “mas que diabos você está fazendo,em?” , ela não conhecia aquele homem, e sem tinha certeza se ela poderia confiar nele.
E aquele silencio encomodava Megan de mais.
-Qual é seu nome? – perguntou ela olhando para ele.
Ele pareceu surpreso pela pergunta.
-Airon Guillbertdelaro! – disse ele rapidamente.
-De onde você é? – perguntou ela.
-Porque você quer saber? – perguntou ele olhando para ela.
Seus olhos negros eram frios, mas ao mesmo tempo lindo, isso fez Megan se distrair.
-Ahm?
-Porque você quer saber? – repetiu a pergunta.
-Porque eu to afim de saber! – disse ela.
-Pensilvania! – disse ele.
-Porque você me ajudou lá no estacionamento? –perguntou ela.
-Porque eu quiz!
Então se fez silencio. Nenhum dos dois disse nada até chegarem em frente à casa de Megan.
Os dois sairam do carro e ficaram pardos em frente de casa. Todas as luzes já estavam ligadas, isso significava que a mãe de Megan já chegara em casa.
-Intão tchau! – disse ela.
Ele não responde, só ficou a observando.
-Obrigado! – disse ela – você não quer entra?
Então fez mais silencio.
-Hoje não! – disse ele depois de um tempo – talvez da proxima vez.
Megan ascendiu e virouce para porta e a destrancou. Então veio à sua cabeça “proxima vez?”
Então ela se virou.
-Airon.... – mas ele não estava mais lá.
Ela sorriu e fechou a porta.
A casa de Megan era bem clara – quando as luzes estavam ligadas – as paredes era amaralo clarinho, e os moveis brancos e amarelo.
Ela ouviu um barulho na cozinha, e foi até la ver o que era.
Era a mãe de Megan tentando aquecer um café no micro-ondas.
-O que você está tentando fazer? – perguntou Megan sorrindo.
-Megan! Querida onde você estava? – perguntou ela se aproximando de Magan e abraçando.
-Ai mãe para! Eu estava em Viollete, no cinema! – explicou ela.
-Ai querida, da proxima vez me avisa!
-Ta mãe!
Depois do jantar Megan subiu as escadas e se dirigiu-se ao seu quarto.
Naquela noite Megan não teve nenhum pesadelo, como sempre tinha. Muito pelo contrario ela teve um belo sonho. Com aquele que salvara a vida nessa noite.
Ela sabia que no proximo dia teria que explicar muita coisa.
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Espero que tenha gostado!
Nem sei quando posto mais
Achei a história muito boa, e incrível, vc podia divulgá-la, talvez fosse uma boa.
ResponderExcluirSó cuide os erros,kkkkkkkkkkkk.